Mary Vieira

Nasceu em São Paulo, 1927, e faleceu na Suíça, em 2001. Escultora e professora. Estudou desenho e pintura com Guignard na Escola do Parque, BH, e é autodidata em escultura. É considerada a precursora dos movimentos concretista e neoconcretista no Brasil e criadora dos Polivolumes, objetos interplásticos com possibilidades táteis e dinâmicas, abertos à participação do espectador. Sua primeira escultura eletromecânica foi exposta em 1947, na Exposição das Classes Produtoras de Minas Gerais em Araxá, MG. Em 1951 transferiu-se para a Suiça, integrando-se ao grupo Alianz, em Zurique, organizado por Max Bill e Richard Paul Lohse. Desde 1966 é professora da disciplina Estruturação Espacial da Escola Superior de Arte, Técnicas de Planejamento Gráfico e Desenho Industrial na Universidade de Basiléia, Suiça. Recebeu os seguintes prêmios: 1º Prêmio de Escultura no Salão dos Jovens Artistas, PBH (1947); Prêmio de Aquisição na II BISP (1953); Prêmio Internacional Marinetti no XXI Salão Realités Nouvelles, Paris (1966); Prêmio Objeto no Panorama da Arte Atual Brasileira, MAM-SP (1978); Prêmio Leonardo da Vinci do Museu da Ciência e da Técnica, Milão, Itália (1985). Participou dos seguintes salões e bienais: Salão dos Jovens Artistas Brasileiros, PBH (1947); III BISP (1955); V Bienal de Escultura ao Ar Livre, Antuérpia, Bélgica (1959); XXI Salão Realités Nouvelles, MAM de Paris (1966); XXXV Bienal de Veneza, Itália (1970); Bienal Brasil Século XX, Fundação Bienal São Paulo (1994). Participou das seguintes coletivas: Exposição das Classes Produtoras de Minas Gerais, Araxá (1947); III Exposição Nacional Suíça de Escultura ao Ar Livre, Berna (1962); Exposição de Arte Brasileira, Sala Internacional, Genebra (1967); Projeto Construtivo Brasileiro na Arte, MAM-RJ e Pinacoteca do Estado, SP (1977); Panorama da Arte Atual Brasileira, MAM-SP (1978); Consolidação de Modernidade em Belo Horizonte, MAP, BH, (1996). Fez as seguintes individuais: Museu da Cidade de Neuchâtel, Suíça (1955); Galeria de Arte Moderna da Basiléia (1958); Galeria de Arte Moderna, Brasília (1978). Sobre a artista foi publicado o livro de Alberto Sartoris, I polivolume de Mary Vieira, Scheiwiller Editeur, Milan, 1968; número especial da Revista Lattera, edição do Instituto Alvar Alto e Museu da Arquitetura, Turim, Itália (1994). Tem obras nos acervos: Palácio dos Arcos, Brasília; Praça Rio Branco e MAP, BH; MAC/USP e Praça Pedro de Toledo, SP; Fundação Mac Crory, Tulsa, EUA; Biblioteca da Universidade de Basiléia e Hospital Municipal de Basiléia, Suiça; Municipalidade de Sindelfingeu, Alemanha; Monumento aos Heróis de Monte Castelo, Bologna, Itália.



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