Fani Bracher

Nasceu na Fazenda Experimental em Coronel Pacheco, Minas Gerais, em 1947. Estudou jornalismo na Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). É em Juiz de Fora a partir de 1967 que inicia suas atividades como pintura. Em 1968, casou-se com o pintor Carlos Bracher e juntos viajaram para a Europa, onde permaneceram por dois anos. Em Portugal, Fani freqüentou o ateliê do pintor Almada Negreiros e fez curso de história da arte com o crítico Mário Gonçalves e José Augusto França. Depois de Portugal, partiu em viagem de estudos pelos museus da Dinamarca, Suécia, Finlândia, Rússia, Alemanha, Holanda, Bélgica e Inglaterra. Fixou residência em Paris, de agosto de 1969 a dezembro de 1970, nesta cidade, freqüentou museus, cursos, conferências e debates. De volta ao Brasil, estabeleceu residência em Ouro Preto, cidade onde vive até hoje. A partir de 1973, Fani decidiu, dedicar-se definitivamente à pintura Conheceu o pintor Carlos Scliar, que acompanha criticamente sua produção. Foi premiada no: II Salão Nacional de Artes Plásticas, Caixego, Goiânia (1975); II Salão de Arte Moderna, Juiz de Fora (19750; IX Salão Nacional de Arte, Belo Horizonte (1977); III Salão do Conselho Estadual de Cultura, Belo Horizonte (1980); I Salão de Artes Plásticas de Goiás, Museu de Arte, Goiânia (1984); II Salão de Arte, Governador Valadares/MG (1985) e XII Salão de Arte Contemporânea, Campinas/SP (1985). Realizou individuais nos seguintes espaços: Centro de Vivência da Universidade Federal de Viçosa (1977); Centro Cultural Pró-Música de Juiz de Fora (1977); Fundação de Arte de Ouro Preto (1977); Oscar Seraphico Galeria de Arte, Brasília/DF (1979); Galeria de Arte AMI, Belo Horizonte (1980); Galeria Bonino, Rio de Janeiro (1982/84/85/88); Ida e Anita Galeria de Arte, Curitiba (1982); Galeria de Arte Pró-Música, Juiz de Fora/MG (1982); Manoel Macedo Galeria de Arte, Belo Horizonte (1983/87/91); Galeria de Arte Nossa, Londrina/PR (1983); Galeria del Centro de Estudios Brasileños, Buenos Aires (1985); Instituto de Cultura Urugayo-Brasileño, Montevidéo (1985); Sala Manoel da Costa Athaíde, Museu da Inconfidência, Ouro Preto/MG (1988); Museu de Arte de Santa Catarina, Florianópolis (1988); Centro de Memória ETFOP, Ouro Preto (1989); Estado da Arte, Inforuso/Sucessu 89, Belo Horizonte (1989); Galeria da Caixa, Juiz de Fora (1992); Casa de Papel Escritório de Arte, Juiz de Fora (1992); 15 Anos Depois, Centro de Vivência, Viçosa/MG (1992); Retrospectiva na Galeria do Centro Cultural CEMIG, curadoria de Luiz Augusto de Lima, e lançamento do livro Fani Bracher, Editora Salamandra, Belo Horizonte (1995); FUNDAC, curadoria de Edson Brandão, Barbacena/MG (1995); Casa de Tomás Antônio Gonzaga, curadoria Maria Sônia Madureira de Pinho, Ouro Preto (1995); Pace Arte Galeria, curadoria Ronald Polito, Belo Horizonte (1997); Centro Cultural da Fundação Acesita, Timóteo/MG (1997); Instalação Geladeiras e Pingüins na Choperia Albanos, Belo Horizonte (1998); Latin American Women Art Gallery, Miami, EUA (1998); Instituto de Arte Francisca Peixoto, curadoria François Fusco, Cataguases/MG (1999); Registros, Grande Galeria do Palácio das Artes, curadoria José Alberto Pinho Neves, em Belo Horizonte e no Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, em Juiz de Fora (2001); Pace Arte Galeria, curadoria Tadeu Bandeira, Belo Horizonte (2001); Inauguração do Centro Cultural, Parque Municipal Gentil Diniz, Contagem/MG (2002); Galeria do GLTA, Ouro Preto (2004); Galeria Errol Flynn, Belo Horizonte (2005); Galeria Pró-Música, Juiz de Fora (2006) e Kapo Galery, Kingston, Jamaica (2006). Integrou as exposições temáticas coletivas: Paisagem Mineira, curadoria Márcio Sampaio, Palácio das Artes, Belo Horizonte (1977); Da paisagem à abstração, curadoria Márcio Sampaio, FAOP, Ouro Preto (1978); O Rosto do Herói, exposição organizada pela Rede Globo em homenagem a Tiradentes, Palácio das Artes, Belo Horizonte (1984); Ao Colecionador, exposição em homenagem a Gilberto Chateaubriand, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro (1987); Projeto Pasolini, Palácio das Artes, Belo Horizonte (1987); Pessoa/Pessoas, Reitoria da UFJF em Juiz de Fora e no Palácio das Artes, Belo Horizonte (1988); Sérigrafhies et Lithographies, Galeria Debret, Paris (1989); Cada Cabeça uma Sentença, itinerante nas comemorações do Bicentenário da Inconfidência Mineira, curadoria José Alberto Pinho Neves e Arlindo Daibert, Museu de Arte Moderna, São Paulo e Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro (1989); Cecília Meireles: Visão Mineira, itinerante, curadoria José Alberto Pinho Neves, Espaço Cultural Bernardo Mascarenhas, em Juiz de Fora (1991), UFES, em Vitória e Galeria Cândido Mendes, no Rio de Janeiro (1993) e Museu da Inconfidência, em Ouro Preto (1994); Amor, Doce Coração da Minha Vida, curadoria Walter Sebastião, Museu Guignard, Ouro Preto (1994); Minas Além das Gerais, Rio Design Center, Rio de Janeiro (1995); Improviso para Guignard, curadoria José Alberto Pinho Neves, Galeria da Caixa, Juiz de Fora (1996); O Barroco, curadoria José Alberto Pinho Neves, Galeria da Caixa (1996) e Pró-Música (1998), ambas em Juiz de Fora; Latin American Women, Art Gallery Miami, Miami, Estados Unidos (1998); Uncovered and Recovered, Women Artists in the Modernist Tradition, Paintings from the Collection of Jeri Louise Waxemberg, Sun Valley Center for the Arts, Ketchum, Idaho, Estados Unidos (1999); Mercoarte, Museu de Arte Juan Carlos Castagnino, Mar del Plata e OSSE, Buenos Aires, Argentina (1999) e Imago Urbis, curadoria José Alberto Pinho Neves, Galeria Arlindo Daibert, Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, Juiz de Fora (2000). Integrou as seguintes exposições coletivas e salões: Coletiva de Artistas Mineiros, inauguração da Casa dos Contos, Ouro Preto (1974); VII, XVII e XXI Salão Nacional de Arte, Museu de Arte, Belo Horizonte (1975/85/88); I Salão Nello Nuno, Palácio das Artes, Belo Horizonte (1976); III Salão Nacional de Artes Plásticas, Caixego, Goiás (1976); III Brasiliana, Galeria de Arte AMI, Belo Horizonte (1977); Salão do Futebol, Palácio das Artes, Belo Horizonte (1978); I, II, III e IV Salão Nacional de Artes Plásticas, Funarte, Palácio da Cultura, Rio de Janeiro (1978/79/80/81); IV Exposição Brasil-Japão da Fundação Mokiti Okada, Museus de Tóquio, Atami e Kioto, Japão, MAM, São Paulo, e MEC, no Rio de Janeiro (1979); Grande Coletiva de Artistas Nacionais, Oscar Seraphico Galeria de Arte, Brasília (1979/81); II e VI Salão do Conselho Estadual de Cultura, Palácio das Artes, Belo Horizonte (1979/83); Coletiva de Verão, Galeria Acaiaca, Curitiba (1981); V Exposição Brasil-Japão da Fundação Mokiti Okada,



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